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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Sucatas e imaginação


Por Cátia Regina R. Souza, PEI - EI 30


   Encartes de supermercado transformaram-se em formas de objetos e seres vivos conhecidos: borboletas coloridas, descansos para louças, molduras de quadrinhos. Latas e caixas de leite vazias deram asas à imaginação dos “baixinhos” com a criação de um robô.


   Matheus pensou em “ligar” o robô com um dos botões em papel... Sustentabilidade já faz parte do “faz de conta” de nossa turminha. Garrafas pet pintadas de rosa, lembram a “cor da Barbie” para as meninas.
 
  Entre sucatas, cores e muito brilho, construímos brinquedos e brincadeiras. Aqui desde bem cedo os pequenos aprendem como fazer para crescerem num mundo melhor.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Nosso arraiá arrasou!

Por Érica de Campos, P.E.I. - EI 31




   No dia 7 de julho aconteceu, bem próximo ao nosso EDI, o nosso 1° Arraiá no Centro Social do Conjunto Campinho. Com muita alegria e participação de toda a comunidade escolar, especialmente as famílias dos nossos alunos - que foram nossos maiores parceiros, a festa nos proporcionou momentos inesquecíveis...

























   Teve muita brincadeira com o bingo e com sorteios, na pescaria e no jogo de argolas, pechincha no brechó e muitas delícias nas barraquinhas de doces e salgados. Além disso, com o tema sustentabilidade, nossa festa ainda fez a exposição de trabalhos feitos pelas turmas com material reciclado (conseguidos a partir de campanhas feitas no mês de junho). Tinha brinquedos, painéis, cartazes e até uma família de bonecos - de palha, roupas usadas e garrafa pet - morando numa casinha feita com caixas de leite e garrafas pet... Um encanto!

   E ainda pudemos contar com a ilustre presença de nosso Coordenador (9ª CRE), Prof. José Mauro da Silva nos prestigiando.


   Sob a orientação da direção (Renata, Regina e Laura), a participação da equipe do nosso EDI também se configurou como ingrediente importantíssimo, fundamental até,  para o sucesso de nosso Arraiá: com quase toda ela presente no dia, era muito fácil notar o clima de união e cooperação que foi se constituindo ao passar das horas naquele espaço. Trabalhamos muito mesmo, mas a recompensa valeu cada segundo de empenho.

   Muita empolgação e nervosismo na hora da dança dos nossos pequenos; alguns ficaram assustados ou chorosos, mas nada que um colinho de mãe, uma mãozinha de pai ou um incentivo da professora pra jogar fora de vez qualquer medinho. Foi como aconteceu, uma turminha de cada vez (com um intervalo de mais ou menos meia hora) fez a sua apresentação para o público, que ficou encantado, com muito forró e quadrilha - muitas fotos e filmagens para registrar a primeira de muitas outras que virão!





  Com direito a coroação do Rei e Rainha e com o Príncipe e a Princesa do milho, que foram premiados a partir do resultado da venda de votos realizadas pelas famílias para a arrecadação de fundos para a festa. Tanto as mamães e os papais, quanto as "tias" se emocionaram com todo aquele universo, na verdade, não houve quem não ficasse orgulhoso de ver as fofuras participando de uma manifestação tão rica e preciosa como a da "Festa Junina", um grande legado da cultura nordestina para os brasileiros. Foi realmente um dia inesquecível para todos os presentes!





Nosso Arraiá arrasou!
Parabéns ao EDI Renan de Souza Leal!
Até o nosso próximo Arraiá!!!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Hortinha da Turma EI 41

Por Gleice Cruz, P.E.I. - Turma EI 41


   Percebendo a semana do meio ambiente e o mês do Rio + 20, a turma EI-41 fez uma horta com materiais reciclados.

  Começamos nossas atividades reaproveitando caixas de leite, garrafas Pet e sobras de materiais utilizados no dia a dia da sala.

  As crianças enfeitaram as caixas de leite com tampas de garrafa, canudos, sobras de lã e paetê e palha.


   As garrafas pets foram cortadas pelas tias da sala e as crianças enfeitaram a garrafa com sobras de EVA que ao mesmo tempo se transformaram em formas geométricas e cada aluno usou uma cor diferente.

   Eles puderam visualizar o círculo vermelho/amarelo, o quadrado verde/preto, o triangulo azul/laranja.

  Após lermos a história: “A semente e o fruto”, conversamos sobre o desenvolvimento da semente dede quando plantamos até quando ela dá frutos para a nossa alimentação.



  As crianças colocaram terra adubada em cada recipiente e depois receberam sementes de camomila, alface, pimentão e cebolinha. Cada um plantou sua semente e depois, com uma tampinha de garrafa, eles molharam a terra.


  Agora, molhando e deixando no pátio da creche para que ela receba luz solar, é só esperar as plantas se desenvolverem para podermos colher e experimentar o verde tão temido pelas crianças. Para que elas possam perceber o quanto é gostoso e faz bem a saúde.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Alimentando nosso Papa-pilhas!

Por Renata Albudane, Diretora - E.D.I. Renan de Souza Leal

Nosso aluno Pedro (turma EI 31) e seu avô participando da nossa campanha :
Enchendo a barriga do nosso papa-pilhas!
A turminha EI 41 alimentando nosso Papa-pilhas com baterias!

     Neste mês de junho iniciamos em nosso espaço uma série de campanhas para contribuir para um mundo melhor e já entrar no clima da sustentabilidade. E uma dessas campanhas é justamente conscientizar as famílias e os pequenos e incentivando o recolhimento de pilhas usadas. Para isso criamos o nosso Papa-pilhas, que já está fazendo o maior sucesso com a criançada!


Sabendo mais sobre o assunto...

    A ideia de criar um papa-pilhas, surgiu da necessidade de jogar fora as pilhas usadas que não seja no lixo comum. As pilhas e as baterias usadas precisam ser descartadas num local adequado, pois pilhas e baterias possuem metais pesados e ácidos, que juntos se tornam ainda mais perigosos. contêm substâncias tóxicas que poluem o meio ambiente e, consequentemente, trazem malefícios para os seres vivos.
Em novembro de 2008, o CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) criou a resolução nº 401/2009, estabelecendo limites para o gerenciamento do descarte de pilhas e baterias em todo território nacional. Segundo a resolução, fabricantes e importadores são obrigados a receber de seus consumidores pilhas e baterias usadas e armazenar adequadamente de forma segregada, até a destinação ambientalmente adequada, obedecendo as normas ambientais e de saúde pública. 

   Na hora de descartar pilhas e baterias devemos ter cuidados especiais. Produtos como esses trazem substâncias tóxicas (metais) em sua composição. Infelizmente, em muitas cidades brasileiras, os resíduos ainda são depositados em lixões, que não tem nenhum sistema de impermeabilização do solo. Isso faz com que as substâncias tóxicas das pilhas e baterias acabem contaminando o solo, e os lençóis d’água subterrâneos. 

    No Brasil, é proibido por lei o lançamento de pilhas e baterias a céu aberto, tanto em áreas urbanas como rurais; assim como o seu lançamento em praias, manguezais, poços ou cacimbas, cavidades subterrâneas, em redes de drenagem de águas pluviais, esgotos, eletricidade ou telefone, mesmo que abandonadas, ou em áreas sujeitas à inundação.

    Como ainda não há um sistema de recolhimento de pilhas e baterias, em nosso país, para colaborar com a diminuição dos impactos ambientais, tivemos a iniciativa de reunir uma quantidade e encaminhá-la para o descarte adequado. 

    Vamos conhecer um pouco mais a natureza dessa classe de produtos. Dessa forma, fica mais fácil dar-lhes a destinação mais adequada. Veja abaixo, quais são as pilhas e baterias disponíveis no mercado e qual destino de ser dado a cada uma:

Grupo 1: Zinco-manganês, alcalinas-manganês, lithium, lithium ion, zinco-ar, niquel metal, hidreto, pilhas e baterias botão ou miniatura ► Estas são as comuns, não-recarregáveis e as mais encontradas no mercado. Podem ser descartadas no lixo doméstico, porque carregam substâncias tóxicas em níveis baixos e permitidos pela legislação, ou seja, que não agridem demasiadamente o meio ambiente.

Grupo 2: Chumbo ácido, de níquel cádmio e de óxido de mercúrio. Baterias como as usadas em automóveis ou as do tipo recarregáveis (como as usadas em telefones celulares de óxido de mercúrio) são alguns exemplos deste grupo ► Devem ser recolhidas pelo comércio e encaminhadas aos fabricantes ou importadores para destinação adequada.

Grupo 3: Celular ► A maior parte dessas baterias contém em sua composição cádmio, chumbo ou mercúrio - metais pesados danosos ao meio ambiente e à saúde, e que não devem ir para o lixo comum. O consumidor pode encaminhar as baterias para as assistências técnicas de operadoras de celular ou lojas que vendem celular ou diretamente nos fabricantes, que devem ter urnas para o recebimento deste material. Depois disso, o resíduo deve ser enviado ou retirado pelo fabricante correspondente.


Acreditamos que juntos somos fortes, e unidos podemos fazer a diferença. 
É isso, vamos encher o Bocão, João ou Papa-pilhas - ele já tem tantos nomes que as crianças dão! 
Então... o que importa é que estamos diminuindo o lançamento deste tipo de material no lixo comum. 
Nosso desejo é que logo possamos fazer a seleção de lixo úmido e lixo seco, e reciclar. 
O Rio de Janeiro merece essa força!


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Cuidando do meio ambiente

Por Regina Célia, Diretora Adjunta - E.D.I. Renan de Souza Leal



            É tempo de refletir sobre o que estamos fazendo com a natureza e qual é a nossa responsabilidade com relação ao nosso futuro comum.


            A Educação Ambiental depende de todos para atingirmos uma melhor sustentabilidade e igualdade.
            Devemos trabalhar desde cedo com nossas crianças  este assunto essencial  a vida.



Segue abaixo alguns vídeos interessantes que podemos utilizar em sala de aula:



segunda-feira, 4 de junho de 2012

2ª Reunião de Responsáveis EI 31

Por Érica de Campos, P.E.I. - EI 31

Responsáveis assistindo o vídeo com registros das atividades feitas na
escola marcando o início da reunião - 01/06/2012.


    Embora tenha repetido a estratégia de usar um vídeo com registros das atividades feitas dos últimos dois meses (que sempre dá muito retorno), desta vez decidimos (eu e minhas auxiliares Fátima e Telma) mudar o horário - que na última reunião havia acontecido às 11h e 30min, para às 15h e 30min, que acabou em aprovação (tanto da equipe, quanto dos responsáveis), uma vez que aumentou consideravelmente o número de responsáveis presentes.



   De início o vídeo, como mencionado anteriormente, até que as pessoas fossem chegando aos poucos, e após o início dos diálogos - críticas, sugestões e dúvidas, onde as questões foram divididas em 5 (conforme apresentado na imagem acima), a participação foi muito maior do que na primeira reunião e os responsáveis presentes demonstraram bastante interesse nas questões abordadas, trazendo inclusive, falas e comportamentos das crianças em casa que faziam uma ponte com o que estava sendo trabalhado em sala.

    Além dos assuntos de praxe e da pauta em si, acrescentamos à reunião as informações sobre o nosso 1° Arraiá, que acontecerá no dia 7 de julho, pedindo aos responsáveis que participem desse acontecimento, contribuindo com a divulgação do evento, com a venda das cartelas de votos para a eleição do Rei e Rainha do Milho, das rifas, das doações para o brexó e para a pescaria, sorteios e principalmente com a conscientização das crianças e da comunidade sobre o tema principal dessa festa: SUSTENTABILIDADE. Acontece que a base da nossa festa será a reciclagem - todos os enfeites serão feitos com garrafa pet, caixas de papelão, jornal, revistas, entre outros e para isso precisaremos de arrecadação desses materiais, onde entrará as turmas com a gincana: as crianças de cada turma trarão garrafas pet e latinhas de alumínio que serão pesadas até a divulgação do resultado no dia da festa. Toda a arrecadação feita no nosso Arraiá será usada na festa que prepararemos para o Dia das Crianças. Todos os presentes pareceram aprovar e gostar da ideia do nosso arraiá e se comprometeram em nos ajudar, inclusive autorizando as crianças a dançarem na nossa quadrilha.

Diferente da primeira reunião, esta estava com um número maior de presentes,
além de uma participação mais segura  em ambas as partes.

   Todos os assuntos esgotados, chegou o momento da mensagem a ser deixada para reflexão. Porém dessa vez resolvemos inovar: Ao invés de uma leitura formal de alguma parábola, a minha auxiliar Fátima Alves, que é maravilhosa contadora de histórias (e tem um super repertório), nos contou uma de sua autoria para que pudéssemos refletir sobre a questão da mentira e as suas consequências na vida de uma criança. A resposta dos presentes foi incrível, após aplausos, surgiram diversos comentários - contidos e não contidos - e reflexões logo após. Alguns responsáveis não quiseram se pronunciar na frente dos presentes, mas ainda assim me procuraram depois para fazer seu comentário sobre... Ou seja, nosso objetivo foi alcançado e com sucesso nessa 2ª reunião: Ficamos muito felizes e com a cabeça cheia de ideias para as próximas reuniões! Aguardem!

Fátima Alves (A.A.C.) em sua performance especial para nos contar sua história "Pra não morrer de fome".



♦Mensagem aos Responsáveis

Pra não morrer de fome... 
(Fátima Alves)

Esta historia se passa nos anos 70, nordeste do país, uma família de classe baixa e com inúmeros filhos... a caçula chama-se Maria... 

Maria e seus muitos irmãos viviam com certa modéstia, o pai trabalhava, a mãe cuidava da prole, todos estudavam em um colégio tradicional, de freiras, em condições de bolsistas, em meio a muitas crianças abastadas de famílias ricas. 

A escola ficava na mesma rua em que morava, mas iam de ônibus, da própria escola, que passava pontualmente em sua porta. 

Em casa, a mãe ensinava, com zelo, como fazer economia e dizia: 

- Desperdiçar comida é pecado, Deus castiga! Coma tudo pra não sobrar, por que criança que não come tudo nas horas certas, morre de fome! Comam, comam! 

Maria, como disse a caçula, tinha por sua mãe uma adoração suprema e obedecia todos os seus ensinamentos. 

Certo dia, ao irem para a escola, na correria comum de todo dia, Maria esquece sua merenda bem em cima da mesa da cozinha. Todos levavam suas lancheiras com sua própria merenda, pois o colégio não dava alimentação, quem não levasse de casa teria que comprar na cantina. 

A menina nem se deu conta, tamanha era a pressa por não perder o ônibus escolar... 

O tempo na aula era lento de se passar, tinha aula de canto, de artes, de matemática e até de religião, foi exatamente nesta aula em que Maria lembrou da lancheira que esquecera. “E agora?”, pensou ela, “Como vou fazer na hora da merenda, sem minha lancheira vou morrer de fome! E agora?!” 

Maria entristeceu... 

Ficou, o que para ela pareceu uma eternidade, pensando como solucionar este problema, afinal, não queria morrer de fome e entristecer sua mãe com tamanha desobediência, nem irritar seu cansado pai com tamanha irresponsabilidade. Coisa difícil de assimilar em uma cabeça tão jovem. 

Depois de muito pensar e, de quase chorar, Maria virou-se para sua companheira e amiga de turma, Carolina, e disse: 

- Carol, você precisa me ajudar, não posso morrer de fome aqui! Vamos fazer o seguinte: Digo que preciso ir ao banheiro e você vai comigo, enquanto você vigia a porta pra ninguém entrar, eu pulo pela janela e corro até o portão da escola, saio sem ser vista e vou até em casa buscar minha lancheira. Vai dar tudo certo, eu morro aqui pertinho, vou e volto rapidinho, como e não morro hoje! 

Porém, o que parecia ser pertinho para Maria era, na verdade, uma extensa rua, comprida mesmo, que se tornava curta pela velocidade em que o ônibus escolar a percorria. Mas, Maria e Carolina, decididas a por fim na aflição de crer que ela morreria de fome caso não merendasse, puseram o plano em ação. 

Tendo conseguido sair da escola, Maria danou-se a correr. Correu, correu, correu que já não aguentava mais, suas perninhas finas e pequenas estavam dormentes, o nervoso era tão grande que a pobre menina nem olhou para trás, nem tampouco percebeu que havia passado de sua casa de tanto que correra... Ainda teve que voltar uns 200 metros. 

Mas quando se viu diante do portão de sua casa o susto gelou seu corpo todo. 

Era que sua mãe estava na varanda conversando com o motorista do ônibus escolar, olhou pra trás e então, percebeu que bem na frente da casa estava parado o bendito ônibus da escola. A menina sentiu uma vertigem subir-lhe a cabeça! A mãe gritou: 

- Maria, sua moleca, onde você estava? Tá ficando doida? Como você foge da escola assim? Quer me matar de susto? 

Ops! Pensou Maria: “Não meu Deus, já bastava eu morrer de fome, agora vou matar minha Mãe também? Papa 

Por fim, a Mãe, Maria, o motorista e o ônibus, voltaram para a escola, mas a lancheira ficou lá mesmo, sob a mesa da cozinha. Maria chorou por todo o caminho, quando lá chegou, ainda chorava, mas conseguiu ver sua amiga Carol de costas, ajoelhada sobre o milho e rezando um terço enorme... Este, também foi seu castigo! 

Ambas ficaram ali, chorando, rezando e sofrendo com o esmagar dos milhos embaixo de seus pequenos e frágeis joelhos, até o fim do dia, quando acabaram-se as aulas e todos se dirigiram ao ônibus para voltar a suas casa. 

A noite, o pai chegou, soube do fato ocorrido e tascou-lhe uma surra de cinto, a segunda do dia, pois sua mãe já havia lhe dado umas chineladas ao chegar em casa. 

Maria, triste, chorosa, dolorida e decepcionada tentava dormir, mas que nada, ela não conseguia entender o porquê havia sido castigada daquela maneira, afinal, só queria obedecer os ensinamentos de sua mãe, evitar tantas mortes... 

Em sua batalha pela compreensão e aceitação do castigo, lembrou-se de uma coisa importantíssima: Não havia comido nada o dia inteiro! 

Mas pensou Maria: “Se eu nada comi, nem na escola, nem em casa (pois, parte do castigo foi ficar sem jantar) como eu ainda não morri?” 

Assim, paro aqui esta historia, sem finalizar mesmo, para que você que leu ou que ouviu os fatos, conclua como melhor lhe parecer ou ainda, como entender o que aconteceu a Maria depois deste dia... 

Boa noite, Maria!




►OBS.: A performance da Fátima contando a história foi filmada. Assim que eu conseguir postar o vídeo no YouTube (pois estou com dificuldades, está enorme!) coloco o link aqui!


Preparando nosso Arraiá!

Por Érica de Campos, P.E.I. - EI 31






Nosso EDI está se enfeitando para as festividades juninas. 
Todo mundo participando, empolgados em um esforço conjunto para deixar nosso espaço bem bonito e colorido... Com o tema base sustentabilidade, para fabricar os enfeites estamos usando basicamente muita garrafa pet, jornal, revista e encarte de supermercado: é muita reciclagem nessa hora! Aliás, estamos aceitando doações desses materiais.

As crianças estão adorando a novidade!

Estamos todos muito ansiosos para a nossa primeira e grande festa: nosso primeiro arraiá!
Contamos com sua presença e participação!


►Saiba mais sobre o nosso Arraiá clicando aqui.

domingo, 3 de junho de 2012

Contribuindo com a formação de pequenos cidadãos para um mundo melhor

Por Laura Maria Rodrigues, Professora Articuladora - E.D.I. Renan de Souza Leal


Todas as turminhas estão participando com empolgação!

  Contribuindo com a formação de pequenos cidadãos para um mundo melhor, as crianças do E.D.I. Renan de Souza leal, neste mês de junho, estarão aprendendo no cotidiano escolar a importância de cuidar do meio ambiente.

  Para que isso aconteça de modo bastante significativo, estamos desenvolvendo projetos educativos que abordam a reciclagem de garrafas pet, de tampinhas de refrigerantes, potes de iogurte, encartes de supermercado, jornais e revistas velhas, entre outros. Para que a arrecadação aconteça com a participação de toda a comunidade escolar, montamos um sucatário, que será  utilizado também para a ornamentação da nossa festa julina, que terá como tema principal a sustentabilidade (em breve mais notícias "O Arraiá Rio+20 do EDI Renan").


   Além disso estamos iniciando a implantação de uma hortinha em garrafas pet e caixas de leite, onde as crianças terão o prazer de cuidarem das plantinhas, observando o seu crescimento e a importância da água, da terra e do sol para que isso aconteça (em breve postaremos sobre a nossa hortinha).

























  O objetivo de todas essas ações é despertar em nossos alunos o interesse pela Natureza, buscando  possíveis mudanças de hábitos e comportamentos ao lado de seus familiares para a construção de um mundo sustentável.



quarta-feira, 30 de maio de 2012

2ª Reunião de Responsáveis EI 30

Por Cátia Regina R. Souza, PEI - EI 30

A P.E.I. Cátia Regina em sua Reunião com os responsáveis - Turma EI 30

   Aos vinte e nove dias do mês de maio, o II Encontro de responsáveis da turma EI-30 foi um sucesso.

  Dialogamos , inicialmente, a respeito do “cuidar” . Hábitos de higiêne , combate ao piolho estão sempre em evidência!

  Falamos sobre o tema principal: “Sustentabilidade”, promovemos a gincana de latinhas, além da contribuição de diversas sucatas recicláveis. Rolinhos de papel higiênico, garrafas pet, caixas, encartes de jornais, e outros – já fazem parte da rotina das crianças. Muito artesanato incentiva os pequenininhos ao manuseio desses materiais, despertando a criatividade no mundo da imaginação! Cada brinquedo construído com auxílio das tias: P.E.I. Cátia Regina e A.A.Cs Márcia, Nele, Andréa, Priscila e Luciana traduzem colaboração, hábitos e atitudes da boa convivência e comprometimento com a Consciência para Educação Ambiental.


  O 1° Arraiá do E.D.I. Renan não poderia ficar de fora! Todos os detalhes foram ditos durante a reunião. Brincadeiras, quitutes, barracas, votos para rei e rainha, rifas, bingo, sorteios e muito mais... Vale a pena conferir, pois essa festa será imperdível!!!! E, com toda essa animação, os pais e responsáveis das crianças do EI-30, participam ativamente na expectativa de usufruir das apresentações de danças, muitas diversões e comidas típicas julinas.




As crianças merecem nosso apoio para a realização desta Festa totalmente Cultural!!!
Abraços!